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Placa de desenvolvimento ultracompacta baseada no ESP32-C3, com processador RISC-V de 32 bits até 160 MHz, Wi-Fi de 2,4 GHz, Bluetooth 5.0 BLE, 4 MB de memória Flash e carregamento integrado para bateria de lítio de 3,7 V.
Política de segurança
Política de entrega
A Seeed Studio XIAO ESP32C3 é uma placa de desenvolvimento compacta e eficiente, especialmente indicada para projetos de Internet das Coisas, automação, sensores sem fios e dispositivos portáteis.
O microcontrolador ESP32-C3 integra um processador RISC-V de 32 bits, com funcionamento até 160 MHz, 400 KB de SRAM e 4 MB de memória Flash. As comunicações sem fios incluem Wi-Fi IEEE 802.11 b/g/n de 2,4 GHz, Bluetooth Low Energy 5.0 e Bluetooth Mesh.
Apesar das suas dimensões de apenas 21 × 17,8 mm, disponibiliza 11 GPIO com capacidade PWM, quatro entradas analógicas, UART, I²C e SPI. A programação e a alimentação podem ser realizadas através da porta USB Type-C.
A placa inclui circuito de gestão e carregamento para uma bateria de lítio de 3,7 V, permitindo o desenvolvimento de equipamentos portáteis e aplicações alimentadas por bateria. O modo de sono profundo, com consumo aproximado de 44 µA, contribui para aumentar a autonomia.
A construção com componentes apenas numa face, terminais laterais castelados e formato compatível com a família XIAO permite a utilização em placas de ensaio, placas de expansão ou diretamente como módulo SMD numa PCB personalizada.
A placa utiliza níveis lógicos de 3,3 V. Não aplique diretamente sinais de 5 V nos GPIO, pois poderá danificar o microcontrolador.
A bateria de lítio deve ser ligada aos contactos próprios, respeitando rigorosamente a polaridade. Utilize apenas baterias de 3,7 V adequadas e protegidas. A bateria e o cabo USB Type-C não estão incluídos.
Os GPIO2, GPIO8 e GPIO9 também funcionam como pinos de configuração de arranque. Circuitos externos ligados a estes pinos podem impedir o arranque ou a programação da placa se alterarem o seu estado durante a inicialização.
A entrada analógica A3 utiliza o ADC2 e poderá apresentar leituras menos fiáveis em determinadas condições. Para medições analógicas mais estáveis, recomenda-se preferencialmente a utilização de A0, A1 ou A2.
Referências específicas